O Brasileirão não acabou: entenda por que é importante ser vice-campeão

Com o título nacional do Corinthians garantido com três rodadas de antecipação, a tendência é de que o Campeonato Brasileiro fique mais morno na reta final. Objetivamente, porém, ainda resta uma briga importante no topo da tabela: ficar acima dos adversários é muito importante para o caixa dos clubes em 2018.
A briga pela vice-liderança envolve quatro times: Grêmio, Palmeiras, Santos e Cruzeiro. E a diferença entre ser o segundo colocado ou o quinto é de mais de R$ 7 milhões, o suficiente para arcar com a folha salarial da equipe por um mês – exceto no caso do Palmeiras, que gasta R$ 11 milhões por mês com salários.
Chegar na frente, portanto, pode ser essencial para um clube como o Cruzeiro, que vive grave crise financeira, tem salários atrasados e por isso aceitou vender o lateral-esquerdo Diogo Barbosa antes mesmo do fim da competição. O Santos também vive situação parecida – durante o ano, chegou a ficar três meses sem pagar direitos de imagem ao elenco.
A diferença aumentou em relação ao Brasileirão de 2016. O vice ganhará R$ 673 mil a mais neste ano; o valor destinado ao quinto colocado avançou apenas R$ 242 mil. Ao campeão, Corinthians, será pago R$ 1 milhão além do que o Palmeiras faturou com o título do ano passado.

Os valores para cada time

Corinthians (campeão) – R$ 18.069.300
 – R$ 11.373.030
 – R$ 7.759.170
 – R$ 5.633.370
 – R$ 4.092.165
 – R$ 2.763.540
 – R$ 2.391.525
 – R$ 2.072.655
 – R$ 1.806.930
10º – R$ 1.594.350
11º – R$ 1.381.770
12º – R$ 1.222.335
13º – R$ 1.062.900
14º – R$ 956.610
15º – R$ 850.320
16º – R$ 744.030
17º a 20º – sem premiação
Total – R$ 63.774.000

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