Goleiro Bruno pode defender o Tupi no Módulo II do Campeonato Mineiro

Ainda cumprindo pena em regime semiaberto pelo assassinato de Eliza Samúdio, o goleiro Bruno pode estar próximo de assinar contrato com o Tupi, de Juiz de Fora, para a disputa do Campeonato Mineiro do Módulo II. O presidente do clube da Zona da Mata mineira confirmou as conversas, iniciadas em dezembro.

Sem querer se precipitar e tocar em nomes, o goleiro disse à reportagem que tem “algumas” propostas na mesa, mas tenta manter o sigilo em relação a elas.  “Porque não quero que nada dê errado, mas o Tupi existe a possibilidade”, afirmou. Questionado se o acerto estaria perto devido à proximidade da pré-temporada, o goleiro acenou positivamente.

Aos 35 anos, Bruno e o dirigente do Tupi, José Luis Maule Júnior, o Juninho, conversaram há duas semanas, mas as conversas se estagnaram por conta da Justiça. De acordo com Juninho, o goleiro inicialmente manifestou interesse em atuar em Juiz de Fora pela proximidade com o Rio de Janeiro.

No entanto, pendências judiciais travaram o acordo com o Tupi em um primeiro momento, uma vez que a Justiça estava em recesso no momento das negociações.

“No contato que tivemos com ele (Bruno), ele disse que gostaria de vir para cá pela proximidade com o Rio de Janeiro. Mas não dependeria dele, porque teria uma situação jurídica para resolver“, confirma o presidente carijó. “Como o Fórum está de recesso e a gente não pode ficar parado, nós o deixamos bem à vontade, porque não depende da gente resolver a situação dele”, conta.

O Fluminense de Feira de Santana (BA) também é um clube que pode ser o destino do goleiro.

A estreia do Tupi no Módulo 2 do Campeonato Mineiro está marcada para o dia 8 de fevereiro, contra o Pouso Alegre, no Estádio Manduzão, no Sul de Minas. O primeiro jogo da equipe em Juiz de Fora será em 16 de fevereiro, contra o Guarani, de Divinópolis.

Justiça

Até o momento, a Justiça não recebeu nenhum pedido da defesa do goleiro para trabalho externo em Juiz de Fora. Como o atleta está em regime semiaberto em Varginha, a Justiça local precisa autorizar o trabalho em outra cidade.

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