Situação entre Oswaldo de Oliveira e Ganso gera ambiente tenso no Fluminense

A derrota de 1 a 0 para o Avaí na noite de segunda-feira, no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), foi um vexame e manteve o Fluminense na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro com apenas 12 pontos conquistados. A diretoria se preocupa com a apatia sentida no vestiário após o confronto, definida pelo técnico Oswaldo de Oliveira como um “ambiente nefasto”. Porém, mais do que a posição do Tricolor na tabela de classificação e a ausência de vitórias, o que gerou mais incômodo é o clima entre o treinador e o meia Paulo Henrique Ganso, principal contratação do clube para a atual temporada.

Ganso foi substituído no segundo tempo do jogo pelo volante Caio. Deixou o campo visivelmente contrariado e sequer cumprimentou o treinador na saída de campo. Ele já havia sido substituído na estreia de Oswaldo, no empate por 1 a 1 com o Corinthians que custou a eliminação na Copa Sul-Americana.

A diretoria vai acompanhar de perto o caso. Existe o temor que a postura de Ganso, que é querido pelo grupo, possa acabar tornando o ambiente ainda mais conturbado. Oswaldo de Oliveira procurou minimizar o episódio, porém, foi rígido nas palavras.

“Posso dizer que cada jogador tem um comportamento. No jogo passado ele também foi susbtituído e agiu de forma tímida, é um jogador arredio. Ele não tem que me cumprimentar. Tem que cumprir as funções dele como jogador, e isso ele tem feito”, disse Oswaldo, que explicou que tomou a decisão de substituir o jogador por entender que ele estava cansado.

Vivendo um ambiente de crise o Fluminense volta a jogar no próximo sábado, às 17h (de Brasília), quando visita o Fortaleza na Arena Castelão, em Fortaleza (CE), pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time para este duelo começa a ser definido no treino desta quarta-feira.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

%d blogueiros gostam disto: