Com planos de jogar próxima Copa, Daniel Alves priorizará mercado europeu

Sem contrato desde junho deste ano, quando o vínculo com o Paris Saint-Germain chegou ao fim, Daniel Alves curte férias ao lado da mulher e dos filhos sem pressa para definir o futuro no futebol.

O jogador de 37 anos ainda tem ambições no mundo da bola e a principal é chegar em alto nível até 2022, ano da próxima Copa do Mundo, que será no Catar. E é justamente este objetivo que o fará decidir, entre as propostas que tem, onde jogar.

Daniel Alves quer um vínculo de pelo menos três temporadas onde possa ser titular e atuar em alto nível técnico e físico, jogando torneios importantes. Mercados menos badalados (mesmo que paguem mais) estão fora dos planos por enquanto.

A preferência é continuar na Europa, onde está desde 2002 –defendeu SevillaBarcelonaJuventus e PSG. Das sondagens que já recebeu, apenas clubes que não disputam a Champions Leaguechegaram perto das condições idealizadas por ele.

Algumas equipes que vão jogar o torneio manifestaram interesse, mas, com dificuldade para se adequar ao Fair Play Financeiro, fizeram propostas com menor tempo de contrato.

São Paulo chegou a tratar com Daniel Alves antes da última Copa América e também quando a seleção brasileirapassou pela capital paulista. Como ele é torcedor tricolor, a abordagem do clube foi consultá-lo sobre os planos de carreira.

Daniel Alves não descarta jogar no Brasil, mas seu estafe entende que a preferência é o mercado europeu. Inclusive, o agente do jogado está na Europa em contato com equipes. A janela fechará no final de agosto.

Os vencimentos mensais dele superam R$ 1 milhão por mês, mas, caso o lateral diga sim ao São Paulo, o clube buscaria uma forma de viabilizar financeiramente a contratação como fez na “Operação Pato“.

Relembrando, Pato foi contratado em março em um acordo que definiu que os salários até o final do ano são mais próximos da realidade do clube (cerca de R$ 300 mil), mas com aumento significativo a partir de janeiro de 2020. Em toda a operação, entenda-se os três anos e nove meses de contrato, o clube gastará 8 milhões de euros (hoje R$ 34 milhões).

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